sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Rozeane Ribeiro apresenta “O Encontro” e renova sua mensagem pentecostal em novo álbum

Com nove canções, novo trabalho tem “Maranata Cantarei” como faixa de destaque e traz participação de Pedro Costa, filho da cantora

Dona de uma trajetória construída ao longo de décadas na música gospel, Rozeane Ribeiro está de volta com um novo álbum. A cantora lançou, hoje,  O Encontro, projeto com nove faixas que reafirma uma das características mais presentes em seu ministério: a mensagem pentecostal acompanhada por letras sobre fé, esperança e eternidade.




O trabalho chega após um período em que Rozeane vinha apresentando seu repertório principalmente por meio de singles. Sete das nove canções de O Encontro são inéditas, enquanto o conjunto do projeto tem como fio condutor a expectativa cristã pela volta de Jesus.

“Maranata Cantarei” apresenta o novo projeto

Escolhida como música de trabalho, “Maranata Cantarei” é composição de Gileadi Inacio e traduz diretamente a proposta do álbum. A canção aborda a volta de Cristo não apenas pela perspectiva da espera, mas como motivo de celebração e adoração.

Rozeane contou que se identificou com a composição desde que a ouvi pela primeira vez. Segundo a cantora, interpretar músicas relacionadas ao arrebatamento é algo que lhe traz alegria e está ligado à mensagem que deseja transmitir ao público.

A faixa também ganhou videoclipe, produzido por João Elton e gravado na Fazenda do Monjolinho.

Outro momento especial do álbum está em “Canaã É Logo Ali”, na qual Rozeane divide os vocais com o filho, Pedro Costa.

A parceria ultrapassa o aspecto musical. A cantora revelou que desejava há bastante tempo ter o filho participando de um de seus projetos e definiu a gravação como a realização de um sonho. A música também ganhou produção audiovisual.

O repertório completo traz “Maranata Cantarei”, “Triúno Deus”, “Canaã É Logo Ali”, “O Encontro”, “Vida”, “Louvor de Sião”, “Mulher de Oração”, “Saulo” e “Clamo Jesus”. Nesta última, as plataformas digitais creditam também a participação de Ronan Sabadini. O álbum possui aproximadamente 47 minutos de duração.

Sonoridade ligada às raízes de Rozeane Ribeiro

A produção musical, os arranjos e as regências ficaram sob responsabilidade dos maestros Rafael e Júnior Andrade. As gravações foram realizadas no Nossa Casa Music, com músicos como Agner Magalhães, Aramis Rocha, Juninho Andrade e Rafael Andrade.

A escolha por um repertório de forte conteúdo bíblico também dialoga com a história de Rozeane. Cantora e compositora, ela começou ainda criança e construiu uma extensa discografia, passando por trabalhos como Deus Nunca Falha, A Face da Glória, Extremamente Deus, Rastro de Unção, É Meu, Heróis da Fé e Gratidão.

Ao longo dos últimos anos, mesmo sem apresentar um novo álbum com esse formato, a artista manteve sua produção musical por meio de singles, entre eles “Há Esperança”, “Não Desista”, “Você Está Vivo”, “Logo Eu”, “Não Choro Mais em Vão”, “Saulo” e “Clamo Jesus”.

Uma mensagem voltada para a eternidade

Em O Encontro, o próprio título ajuda a sintetizar a proposta do repertório. As nove músicas percorrem temas relacionados à oração, adoração, perseverança e à esperança cristã de um encontro com Cristo.

Ao apresentar o projeto, Rozeane manifestou o desejo de que as novas canções alcancem pessoas e funcionem como instrumento para transmitir sua mensagem de fé.

Mais do que acrescentar novas músicas à extensa discografia da cantora, O Encontro representa a continuidade de uma identidade construída desde o início de sua carreira. Décadas depois das primeiras gravações, Rozeane Ribeiro segue fazendo da música pentecostal o espaço para cantar aquilo que sempre esteve no centro de seu ministério: fé, esperança e a expectativa da eternidade.

Avenida Brasil está de volta: continuação resgata Carminha, Nina e o Divino 14 anos depois

“Avenida Brasil 2” estreia em janeiro de 2027 e terá Adriana Esteves, Débora Falabella, Murilo Benício e Cauã Reymond novamente em seus personagens; trama coloca a possível redenção de Carminha no centro da história

O “oi, oi, oi” vai ecoar novamente no horário nobre. Quatorze anos depois de Avenida Brasil conquistar o público e transformar personagens como Carminha, Nina e Tufão em nomes marcantes da teledramaturgia brasileira, a Globo prepara o retorno ao bairro do Divino.



Avenida Brasil 2 será a próxima novela das nove da emissora, com estreia prevista para janeiro de 2027, substituindo Quem Ama Cuida. A continuação volta às mãos de João Emanuel Carneiro, criador e autor da história original exibida em 2012.

E, para quem esperava rever os grandes protagonistas, o reencontro está confirmado: Adriana Esteves retorna como Carminha, Débora Falabella como Nina, Murilo Benício como Tufão e Cauã Reymond como Jorginho.

Afinal, Carminha mudou?

É justamente uma velha conhecida do público que movimentará novamente a história.

Após cumprir sua pena na prisão, Carminha reaparece com uma imagem completamente diferente daquela mulher que marcou a primeira novela por suas armações. Agora, ela desenvolve trabalhos sociais junto a famílias em situação de vulnerabilidade e passa a ser admirada pela comunidade e pela mídia.

Enquanto isso, Tufão tornou-se um empresário ainda mais bem-sucedido e sua família permanece unida. É nesse cenário que Carminha tenta reconstruir os laços com pessoas que feriu no passado, especialmente com a filha Ágata, novamente interpretada por Karol Lannes.

A aproximação com a jovem acaba abrindo espaço para que Carminha volte, aos poucos, ao convívio da família de Tufão. Mas a principal pergunta da nova história já está lançada: a transformação é verdadeira ou existe algo escondido por trás da nova Carminha?

Nina, claro, também estará diretamente envolvida nessa história. Segundo João Emanuel Carneiro, o retorno de Carminha mexerá principalmente com a personagem de Débora Falabella e com toda a família de Tufão.

Novos moradores chegam ao Divino

A continuação não viverá apenas de nostalgia. Além dos personagens conhecidos, novos nomes chegam para ampliar as histórias do bairro.

Um deles é Renan Vitória, interpretado por Thomás Aquino. O personagem será uma liderança em ascensão no Divino e terá uma relação complexa com Carminha, envolvendo influência e disputas.

Thalita Carauta viverá Salomé, personagem que levará humor ao cotidiano do bairro. Já Jéssica Ellen interpretará Jade, jovem que sonha em estudar engenharia genética nos Estados Unidos enquanto tenta construir um novo futuro longe de um relacionamento tóxico.

Família Tufão também está de volta

Além dos quatro protagonistas, vários rostos conhecidos da primeira versão foram confirmados.

Eliane Giardini retorna como Muricy; Marcos Caruso, como Leleco; Juliano Cazarré, como Adauto; Letícia Isnard, como Ivana; Karol Lannes, como Ágata; e Cris Vianna, como Dagmar.

Até o momento, a Globo anunciou 20 nomes no elenco. Além dos veteranos, a produção terá atores como Karine Teles, Drico Alves, Ernani Moraes, Jéssica Ellen, Ravel Andrade, Roberto Bonfim, Thalita Carauta, Thiago Rodrigues e Thomás Aquino.

Alguns personagens bastante lembrados da novela de 2012, no entanto, ainda não tiveram retorno confirmado na relação divulgada pela emissora. Entre eles estão Monalisa, vivida por Heloísa Périssé, Suelen, interpretada por Isis Valverde, e Tessália, personagem de Débora Nascimento. A ausência da lista inicial não significa necessariamente que estejam definitivamente fora da produção.

A missão de revisitar um fenômeno

A continuação também marca o reencontro profissional entre João Emanuel Carneiro e o diretor artístico Ricardo Waddington, 14 anos depois da novela original.

A proposta, segundo a equipe da produção, é preservar características que fizeram parte da identidade de Avenida Brasil, como o ritmo acelerado e as constantes movimentações da trama, mas colocar os personagens diante de novos conflitos.

A novela original estreou em 2012 e teve no embate entre Nina e Carminha seu principal eixo dramático. Na nova fase, entretanto, a relação entre passado e presente deverá assumir outra perspectiva: depois de tudo o que aconteceu, será preciso descobrir quem mudou, quem permaneceu igual e quais feridas ainda não foram completamente fechadas.

Avenida Brasil 2 terá colaboração de Marcia Prates, Eliane Garcia, Marta Rangel, Paula Amaral e Vicent Villari, direção artística de Ricardo Waddington e direção geral de Henrique Sauer. A estreia está prevista para janeiro de 2027, na faixa das nove da Globo.

Se a primeira Avenida Brasil foi construída em torno da vingança de Nina contra Carminha, a continuação parte de uma inversão provocadora: desta vez, Carminha quer convencer todos — inclusive o público — de que merece uma segunda chance.

Resta saber se o Divino está preparado para acreditar nela.

terça-feira, 15 de setembro de 2026

"Eu só quero Adorar" é o novo single da cantora Elaine de Jesus

Lançada em 11 de setembro, composição de Moisés Cleyton ganha nova interpretação nova de Elaine de Jesus

Conhecida por uma voz que atravessou gerações da música pentecostal brasileira, Elaine de Jesus apresenta uma interpretação mais contemplativa em seu mais recente lançamento. A cantora disponibilizou, no dia 11 de setembro, o single “Eu Só Quero Adorar”, composição de Moisés Cleyton que transforma gratidão e reconhecimento da graça divina em uma declaração de adoração.



Com pouco mais de quatro minutos de duração, a canção já está disponível nas principais plataformas digitais e também ganhou produção audiovisual.

Diferentemente de uma narrativa construída em torno de vitória, batalha ou intervenção divina, temas frequentes no repertório pentecostal, “Eu Só Quero Adorar” parte de uma reflexão pessoal.

A composição apresenta alguém que reconhece as próprias limitações diante da grandeza e da fidelidade de Deus. A mensagem desemboca no desejo de adorar não pelo que ainda se espera receber, mas pelo reconhecimento daquilo que já foi recebido.

É justamente essa simplicidade que dá força à canção.

Moisés Cleyton, responsável pela composição, é um nome conhecido da música cristã brasileira e possui obras gravadas por diferentes intérpretes do segmento gospel. Os créditos da nova gravação confirmam sua autoria.

Se a letra aposta na simplicidade, a interpretação encontra em Elaine de Jesus um de seus principais diferenciais.

A cantora, conhecida também pela potência vocal apresentada em grandes canções pentecostais ao longo de sua carreira, conduz “Eu Só Quero Adorar” de maneira mais suave em boa parte da gravação. O resultado permite que a mensagem ocupe o primeiro plano, enquanto a intensidade cresce gradualmente.

A produção musical ficou sob responsabilidade de Gesiel Jasson, enquanto Elaine de Jesus assina a direção executiva e geral do trabalho.

É uma escolha que combina com a proposta da composição. Em vez de transformar cada trecho em uma demonstração vocal, a interpretação preserva espaços de delicadeza e conduz a música até momentos de maior intensidade, nos quais aparecem características já reconhecíveis da voz de Elaine.

O resultado é uma versão que consegue soar atual sem descaracterizar a intérprete.

“Eu Só Quero Adorar” chega em um período movimentado da discografia de Elaine de Jesus. Em 2026, a cantora também apresentou o projeto “Essência da Adoração” e o single “EZEQUIEL 37”, mantendo uma sequência de novos trabalhos disponibilizados ao público.

A nova música, entretanto, segue um caminho particularmente intimista. Sua mensagem não depende de uma história complexa: coloca no centro da composição a relação entre o adorador e Deus.

E talvez seja justamente aí que esteja um dos pontos mais interessantes do lançamento.

Depois de tantos anos interpretando músicas que marcaram o segmento pentecostal, Elaine mostra em “Eu Só Quero Adorar” que a potência de uma interpretação não precisa estar apenas nos grandes agudos ou nos arranjos grandiosos. Às vezes, ela também está na forma de entregar uma mensagem simples.

“Eu Só Quero Adorar” foi lançada em 11 de setembro de 2026 e está disponível nas plataformas digitais.

Ficha técnica

Composição: Moisés Cleyton
Produção musical: Gesiel Jasson
Direção executiva e geral: Elaine de Jesus
Direção de vídeo: Dayo Studio
Designer gráfico: Mizael Design

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Lauriete revisita sua identidade pentecostal no novo álbum “Incontáveis do Céu”

Com 13 faixas, novo trabalho reúne canções inéditas, lançamentos recentes e parcerias que atravessam diferentes momentos da trajetória da cantora

Uma das vozes mais conhecidas da música pentecostal brasileira, Lauriete iniciou um novo capítulo de sua extensa trajetória musical com o lançamento de “Incontáveis do Céu”. Disponibilizado nas plataformas digitais em 28 de agosto de 2026, o projeto reúne 13 canções e marca o primeiro álbum da cantora com repertório inédito desde No Olho do Furacão, lançado em 2014.


O intervalo, porém, não significou uma ausência de Lauriete do cenário gospel. Nos últimos anos, a artista continuou apresentando singles e outros projetos. Em Incontáveis do Céu, parte dessas gravações se encontra agora com seis músicas inéditas, formando um trabalho que aproxima diferentes momentos recentes de sua carreira.

O álbum traz as inéditas “Incontáveis do Céu”, “Conta Pra Deus”, “Jesus Está no Barco”, “A Página Virou”, “É a Tua Graça” e “Tente Outra Vez”. Completam o repertório “É de Deus”, “Quarto de Guerra”, “Do Jardim a Cruz”, “Força da Adoração”, “Eu Vou Prosseguir”, “É Adorando” e “Lugar Particular”, esta última interpretada ao lado da filha da cantora, Júlia Acsa.

Um reencontro com nomes de sua trajetória

Além de apresentar novas canções, o projeto promove reencontros musicais. “Conta Pra Deus”, por exemplo, é composição de Moisés Cleyton, autor que já teve diversas músicas gravadas por Lauriete em outros períodos da carreira, entre elas “Missões”, “A Glória”, “Eu Vou Subir” e “Mais Uma Chance”. A nova gravação retoma uma parceria que não aparecia em seus trabalhos havia quase 15 anos.

Outro nome conhecido por quem acompanha a discografia da cantora é Elizeu Gomes, compositor de “Força da Adoração”, faixa lançada anteriormente e incorporada ao novo álbum.

A produção musical também reúne profissionais ligados ao segmento gospel. Melk Carvalhedo responde pela produção de dez das 13 faixas, enquanto Rafael e Júnior Andrade assinam duas e Léo Castro, uma. A concepção visual do trabalho ficou a cargo de Thyago Marques.

Entre novidades e canções já conhecidas

A estratégia adotada em Incontáveis do Céu também acompanha uma transformação na maneira de consumir música. Antes da chegada do álbum completo, Lauriete vinha disponibilizando individualmente parte das músicas que agora integram o repertório.

Entre elas estão “Força da Adoração” e a nova gravação de “Do Jardim a Cruz”, além de “É de Deus”, “Eu Vou Prosseguir” e “Lugar Particular”.

O novo projeto ganha ainda um significado particular na discografia da artista: trata-se do 31º álbum de sua carreira e chega 44 anos depois de seu primeiro trabalho, O Arrebatamento, lançado em 1982, quando Lauriete tinha apenas 12 anos.

Desde então, sua voz ficou associada a canções que conquistaram espaço especialmente entre o público pentecostal, incluindo títulos como “Palavras”, “Deus dos Deuses”, “Sete Trombetas” e “Dias de Elias”.

“Incontáveis do Céu”: confira as 13 faixas

  1. Incontáveis do Céu

  2. Conta Pra Deus

  3. Jesus Está no Barco

  4. A Página Virou

  5. É a Tua Graça

  6. Tente Outra Vez

  7. É de Deus

  8. Quarto de Guerra

  9. Do Jardim a Cruz

  10. Força da Adoração

  11. Eu Vou Prosseguir

  12. É Adorando

  13. Lugar Particular — com Júlia Acsa

A relação oficial das faixas e a duração total de aproximadamente 1 hora e 7 minutos estão disponíveis na página do álbum no Spotify.

Com Incontáveis do Céu, Lauriete reúne passado e presente em um mesmo projeto: retoma parcerias, apresenta novas composições e incorpora músicas lançadas durante os últimos anos. Mais de quatro décadas depois do início da carreira, a cantora segue apostando na sonoridade e nas mensagens de fé que ajudaram a construir sua identificação com o público pentecostal.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Glória Menezes morre aos 91 anos e televisão brasileira se despede de uma de suas maiores estrela

Atriz construiu mais de seis décadas de carreira, fez história nas primeiras novelas diárias do país e formou com Tarcísio Meira um dos casais mais emblemáticos da televisão brasileira.


Glória Menezes aparece linda em primeira postagem de 2023 ... 

Um dia depois da morte de Laura Cardoso, a dramaturgia brasileira sofreu outra perda histórica. Glória Menezes morreu nesta terça-feira (18), aos 91 anos, em sua casa, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família e pela assessoria da artista.

Nascida Nilcedes Soares de Magalhães, em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934, Glória Menezes construiu mais de seis décadas de carreira e se tornou um dos rostos mais conhecidos da televisão brasileira.

Sua trajetória começou no final dos anos 1950. Na televisão, participou ainda dos primeiros anos da teledramaturgia nacional e esteve entre os protagonistas de “2-5499 Ocupado”, de 1963, considerada a primeira telenovela diária produzida no Brasil.

Foi também nessa fase de sua carreira que sua história passou a se entrelaçar definitivamente com a de Tarcísio Meira. Parceiros na vida e inúmeras vezes na ficção, os dois formaram um dos casais mais conhecidos da história da televisão brasileira. Permaneceram juntos por quase seis décadas, até a morte de Tarcísio, em agosto de 2021.

Uma carreira que ajudou a contar a história da televisão

Ao longo das décadas seguintes, Glória esteve em dezenas de produções e interpretou personagens de diferentes perfis.

Sua extensa trajetória inclui novelas e produções como “Irmãos Coragem”, “Pai Herói”, “Brega & Chique”, “Rainha da Sucata”, “Deus nos Acuda”, “A Próxima Vítima”, “Torre de Babel”, “Porto dos Milagres” e “Páginas da Vida”, entre tantos outros trabalhos.

Sua última novela foi “Totalmente Demais”, exibida entre 2015 e 2016. Na trama, interpretou Stelinha, mãe de Arthur, personagem vivido por Fábio Assunção.

Glória também deixou sua marca no cinema. Participou de “O Pagador de Promessas”, filme dirigido por Anselmo Duarte e vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.

Nos últimos anos, já afastada das novelas, continuou recebendo homenagens por sua contribuição à dramaturgia. Em 2025, sua história foi revisitada pela série documental “Tributo”, do Globoplay.

Duas despedidas em sequência

A morte de Glória Menezes acontece poucas horas depois de outra grande perda para a dramaturgia nacional. Laura Cardoso morreu na noite de segunda-feira (17), aos 98 anos, em São Paulo.

Em menos de dois dias, a televisão brasileira se despede, assim, de duas artistas que participaram ativamente da construção e da consolidação da teledramaturgia no país.

Glória Menezes deixa três filhos, entre eles o também ator Tarcísio Filho, além de uma extensa obra no teatro, cinema e televisão.

Mais do que personagens inesquecíveis, sua trajetória permanece como parte da própria história da televisão brasileira.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Laura Cardoso morre aos 98 anos e deixa legado de mais de oito décadas na dramaturgia brasileira

Uma das grandes damas da televisão brasileira, atriz morreu em casa, em São Paulo, após construir uma trajetória que atravessou gerações no rádio, teatro, cinema e TV.

Saiba tudo sobre Laura Cardoso - Últimas notícias, biografia ... 

A dramaturgia brasileira perdeu um de seus maiores nomes. A atriz Laura Cardoso morreu na noite desta segunda-feira (17), aos 98 anos, em sua casa, em São Paulo. A informação foi comunicada pela família por meio das redes sociais da artista.

Nascida Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni, em São Paulo, Laura construiu uma carreira de mais de oito décadas e se tornou uma das atrizes mais respeitadas e longevas do país.

Sua história artística começou ainda na adolescência, no rádio. Posteriormente, integrou a geração de profissionais que acompanhou os primeiros passos da televisão brasileira e consolidou uma trajetória marcada por personagens populares e atuações que atravessaram diferentes fases da teledramaturgia.

Ao longo da carreira, Laura participou de dezenas de produções e marcou presença em novelas que fazem parte da memória afetiva do público brasileiro. Entre seus trabalhos estão “Irmãos Coragem”, “Fera Radical”, “Mulheres de Areia”, “A Viagem”, “Chocolate com Pimenta”, “Sol Nascente”, “O Outro Lado do Paraíso” e “A Dona do Pedaço”.

Em “A Viagem”, exibida originalmente em 1994, viveu Dona Guiomar, uma das personagens mais lembradas de sua carreira. Já sua última participação em uma novela aconteceu em “A Dona do Pedaço”, em 2019, quando interpretou Matilde.

Mesmo distante da rotina das grandes produções televisivas nos últimos anos, Laura continuou ligada à arte. Em 2025, protagonizou o curta-metragem “Dona Rosinha” e também participou da tradicional mensagem de fim de ano da TV Globo.

Uma vida dedicada à atuação

A longevidade artística tornou Laura Cardoso testemunha e personagem da própria evolução dos meios de comunicação brasileiros. Sua carreira começou no rádio, passou pelos teleteatros e acompanhou a consolidação das telenovelas como um dos principais produtos culturais do país.

Além da televisão, a atriz construiu trabalhos importantes no teatro e no cinema e recebeu diversos reconhecimentos ao longo da carreira.

Laura completaria 99 anos em setembro.

Sua partida encerra uma trajetória de mais de oito décadas dedicadas à interpretação, mas deixa para a cultura brasileira um extenso acervo de personagens e histórias que continuarão presentes na memória de diferentes gerações de telespectadores.

domingo, 16 de agosto de 2026

Clássico de Eliane Silva, “Magnificado” ganha nova versão

Um dos sucessos da cantora pentecostal ganha novos arranjos em gravação ao vivo realizada para o projeto “A Comunhão”

Vinte e dois anos depois de sua primeira gravação, “Magnificado”, uma das canções conhecidas do repertório de Eliane Silva, está de volta em uma nova versão. A cantora lançou uma releitura da música, desta vez com novos arranjos e registro ao vivo.




A canção foi gravada originalmente em 2004, no álbum “Sobrenatural”, trabalho que ocupa lugar de destaque na trajetória da artista. Mais de duas décadas depois, Eliane retorna à música em uma fase na qual celebra 35 anos de ministério.

A nova gravação integra o projeto audiovisual “A Comunhão”, promovido pela gravadora Louvor Eterno. O registro aconteceu ao vivo na Chácara Krzak, em Curitiba (PR), e reuniu artistas do selo em uma proposta marcada pela música e pela comunhão entre os participantes.

Os novos arranjos de “Magnificado” ficaram sob responsabilidade do produtor Melk Carvalhedo, nome conhecido da música gospel brasileira.

Clássico ganha nova roupagem

Com uma mensagem de exaltação e adoração a Deus, “Magnificado” tornou-se ao longo dos anos uma das músicas de identificação de Eliane Silva com seu público.

A própria cantora destacou que retornar à canção depois de tanto tempo proporcionou uma experiência diferente, apesar de já terem se passado 22 anos desde a gravação original.

A releitura também atende a um desejo dos seguidores da artista, que aguardavam novas versões de músicas que fizeram parte de sua trajetória.

O lançamento sucede o EP “Colecionador de Lágrimas”, outro projeto apresentado por Eliane Silva em 2026.

Com mais de três décadas dedicadas à música pentecostal, a cantora sinaliza que o resgate de “Magnificado” não deverá ser a única novidade desta fase. Outros lançamentos estão previstos ao longo do ano.

A nova versão de “Magnificado” já pode ser ouvida nas plataformas digitais.