sábado, 14 de fevereiro de 2026

Baby do Brasil lança álbum gospel “Os Arrebatados” e declara: “É um chamado espiritual”

Novo projeto marca fase intensa da artista no cenário cristão e já repercute entre o público evangélico.

Imagens de internet 

A cantora Baby do Brasil lançou no último dia 11 de fevereiro o álbum gospel Os Arrebatados, projeto que marca uma nova etapa em sua trajetória musical e espiritual.

Conhecida por sua personalidade forte e declarações impactantes, a artista afirmou que o trabalho vai além da música. Segundo ela, o álbum representa um “chamado, avivamento e movimento espiritual” para esta geração.

O projeto reúne faixas inéditas e também releituras de canções consagradas no meio cristão, reforçando uma proposta de adoração intensa e mensagem profética.

Em entrevistas recentes, Baby destacou que o álbum nasceu de um período de consagração e direcionamento espiritual. A proposta, segundo a cantora, é despertar a igreja para tempos de vigilância e preparação.

A repercussão nas redes sociais foi imediata. Admiradores celebraram a nova fase, enquanto outros destacaram a ousadia da artista em manter um discurso firme sobre fé e espiritualidade.

O lançamento movimenta o cenário cristão, especialmente por envolver uma artista com forte histórico na música brasileira e que, nos últimos anos, tem intensificado sua atuação no meio evangélico.

Projetos como “Os Arrebatados” reforçam a presença de nomes conhecidos da música nacional no segmento gospel, ampliando o alcance da mensagem cristã para diferentes públicos.


Instagram Baby do Brasil 

Em tempos de tantas discussões sobre fé, cultura e posicionamento, o novo álbum reacende o debate sobre o papel da música como instrumento de transformação espiritual.

O Fleury.news segue acompanhando a repercussão do projeto e os próximos passos da cantora.

E você, acredita que esse lançamento pode marcar um novo momento na música gospel brasileira?

Edilson é desclassificado do BBB após agressão e web pede expulsão de Leandro

Participante deixou o reality depois de confronto dentro da casa; caso dividiu opiniões nas redes sociais.



A edição atual do Big Brother Brasil foi marcada por mais um episódio polêmico. O participante Edilson, conhecido pelo apelido de “Capetinha”, foi desclassificado do programa após um incidente envolvendo agressão contra Leandro, chamado pelos colegas de confinamento de “Boneco”.

A decisão foi tomada pela produção após análise das imagens e comunicada oficialmente aos demais participantes. Conforme as regras do reality, qualquer tipo de agressão física resulta em eliminação imediata, política que já foi aplicada em temporadas anteriores.

O que aconteceu

Segundo as imagens exibidas pelo programa, a discussão entre os dois participantes teria começado após provocações durante uma dinâmica. O clima esquentou e, em meio ao confronto, Edilson acabou partindo para agressão, o que motivou a intervenção da produção.

Pouco tempo depois, o anúncio da desclassificação foi feito dentro da casa, surpreendendo os brothers e impactando o rumo do jogo.

Repercussão nas redes

Do lado de fora, o episódio rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados da internet. Enquanto parte do público apoiou a decisão da emissora, reforçando que a regra é clara quanto à agressão física, outro grupo passou a questionar a postura de Leandro.

Internautas alegam que o participante teria provocado e incitado o rival antes da agressão, levantando pedidos para que a produção também avalie sua conduta. A hashtag pedindo a expulsão de Leandro chegou a circular entre os temas mais debatidos.

Edição marcada por tensão

Esta temporada do Big Brother Brasil já vinha sendo considerada intensa pelo público. Além da desclassificação de Edilson, a edição também contou com:

  • Participantes eliminados pelo voto popular, em paredões acirrados;

  • Momentos de desistência (caso tenha ocorrido);

  • Conflitos que dividiram alianças e movimentaram o jogo.

O episódio reforça como o confinamento e a pressão psicológica podem intensificar emoções dentro da casa mais vigiada do país.

Debate sobre limites no jogo

A situação reacende uma discussão recorrente no reality: até que ponto provocações fazem parte da estratégia de jogo?

Se por um lado o programa mantém tolerância zero para agressões físicas, por outro, provocações verbais e conflitos fazem parte da dinâmica do formato.

Com a saída de Edilson, o jogo ganha novos contornos e pode alterar alianças e estratégias dentro da casa.

O Fleury.news segue acompanhando os desdobramentos e possíveis posicionamentos da produção sobre o caso.

👉 E você, acredita que a postura de Leandro também deveria ser analisada?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Carol Lekker é anunciada como nova integrante do Focalizando

Apresentadora passa a integrar o time do programa vespertino do SBT.




A apresentadora Carol Lekker foi anunciada como a nova integrante do elenco do programa Focalizando, exibido nas tardes do SBT. A novidade movimentou os bastidores da televisão e chamou a atenção do público nas redes sociais.

A chegada de Carol reforça a proposta do programa, que mistura informação, entretenimento e bastidores do mundo dos famosos. A emissora aposta na comunicadora para agregar dinamismo e ampliar ainda mais o diálogo com os telespectadores.

Nas redes, internautas reagiram com entusiasmo à contratação, desejando sucesso à apresentadora nessa nova fase profissional.

O Fleury.news segue acompanhando as novidades e os desdobramentos dessa nova etapa no programa.

👉 O que você achou da escolha?

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Quando o altar vira palco: repercussão envolve cantor de “Auê (A Fé Ganhou)”



A canção “Auê (A Fé Ganhou)” ainda segue gerando debates no meio cristão, mas um novo episódio passou a ampliar a repercussão nas redes sociais. Vídeos que circulam na internet mostram o cantor envolvido no projeto interpretando uma música considerada secular durante um evento, o que reacendeu questionamentos sobre limites entre fé, cultura e testemunho cristão.


   

Até o momento, não há esclarecimento público oficial do artista ou de sua equipe sobre o contexto da apresentação, como o tipo de evento, a proposta ou a intenção do momento registrado. Ainda assim, as imagens têm sido amplamente compartilhadas e comentadas, provocando reações distintas entre fiéis, líderes e ouvintes da música cristã.

Para parte do público cristão, o episódio reforça uma preocupação antiga: a de que o que é separado para Deus não deve se misturar com aquilo que pertence ao entretenimento comum. Textos bíblicos como Romanos 12:2, que exorta os cristãos a não se conformarem com este mundo, e 1 Coríntios 10:21, que fala sobre não se misturar o sagrado com o profano, são frequentemente citados nesses posicionamentos. Para esse grupo, a imagem pública de um ministro ou cantor cristão carrega um peso maior, já que seu testemunho influencia diretamente outras pessoas.

Por outro lado, há quem defenda uma leitura mais cautelosa da situação. Sem conhecer todos os detalhes do evento, muitos consideram precipitado afirmar que houve incoerência ministerial. Argumenta-se que a Bíblia não proíbe o contato com ambientes seculares e que o próprio apóstolo Paulo ensina que “tudo é lícito, mas nem tudo convém”, destacando a importância do discernimento. Ainda assim, mesmo entre os que adotam essa visão, existe o entendimento de que figuras públicas da fé precisam agir com prudência, exatamente para evitar escândalos ou interpretações equivocadas.

Em matéria anterior, este blog analisou a canção “Auê (A Fé Ganhou)” à luz de seu contexto bíblico e cultural, destacando a proposta teológica apresentada na letra. A nova repercussão, no entanto, envolve fatos posteriores e a postura pública do artista, o que exige uma abordagem distinta, de caráter jornalístico e reflexivo.

Leia: Auê (A Fé Ganhou)’: fé, cultura e a polêmica que dividiu opiniões no meio cristão

O debate acaba ultrapassando a questão musical e toca em um ponto sensível da vida cristã: o testemunho. Jesus afirmou que os seus discípulos são “a luz do mundo” e que uma cidade edificada sobre um monte não pode ser escondida. Isso implica responsabilidade, não apenas nas intenções, mas também na forma como as atitudes são percebidas.

Diante da repercussão, cresce a expectativa por um posicionamento claro do artista, capaz de contextualizar o ocorrido e contribuir para um diálogo mais maduro. Enquanto isso não acontece, o episódio segue dividindo opiniões e levantando reflexões importantes sobre fé, cultura e os limites do que pode ou não ser levado ao altar.

Mais do que julgamentos apressados, o momento convida a Igreja a refletir sobre coerência, maturidade espiritual e o equilíbrio entre viver no mundo sem se confundir com ele.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Caldeirão com Mion recebe elenco de Malhação em quadro divertido e nostálgico — nota 10!

O Caldeirão com Mion desta sábado, 7 de fevereiro de 2026, foi um verdadeiro presente para os fãs da saudosa novela juvenil Malhação. O quadro “Tem ou Não Tem” recebeu no programa um encontro especial com atores que marcaram época em diferentes fases da trama teen, num clima de muita nostalgia, diversão e lembranças emocionantes. 

https://www.instagram.com/p/DUWa04jiapX/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==


Nostalgia em dose dupla

Em um formato inédito que misturou quiz, brincadeiras e revivência de personagens, o programa trouxe dois grupos icônicos de Malhação:
O elenco da chamada “Malhação Raiz”, com nomes como Cláudio Heinrich (Dado), Juliana Knust (Laura), Fabiano Miranda (Bróduei) e Bruno Gradim (Barrão).
E a turma de 2004, que conquistou gerações com a Vagabanda e músicas como “Você Sempre Será”, incluindo Juliana Didone (Letícia), Guilherme Berenguer (Gustavo), João Velho (Catraca) e Grazi Schmitt (Vivi)

A dinâmica do quadro “Tem ou Não Tem” foi encarada com leveza e competitividade pelos convidados, que relembraram momentos marcantes da novela, trocaram provocação divertida e arrancaram risadas da plateia. Além disso, eles tiveram a chance de reviver seus personagens na icônica lanchonete GigaByte Café, cenário clássico da novela que marcou gerações de telespectadores. 

Gratidão, saudade e muita diversão

O clima do programa foi de celebração e nostalgia. Comentários dos próprios atores e da plateia mostraram que, mesmo anos depois, o carinho do público pelos personagens permanece forte e especial. Foi um encontro carregado de emoção, memórias e muita alegria — um resgate do melhor da TV teen brasileira. 

E não só isso: o episódio contou ainda com apresentações especiais com artistas que fizeram sucesso ao longo da história da novela, com participações de nomes como Patrícia Marx, Charlie Brown Jr. e Felipe Dylon (cantando músicas que marcaram época).

Nota 10 para o quadro “Tem ou Não Tem”

Avaliar o quadro desta edição do Caldeirão não poderia ser diferente: nota 10! 
A mistura de nostalgia, reencontros, risadas e boa energia foi um dos pontos altos do programa deste sábado. Para quem cresceu assistindo Malhação e para quem acompanha a novela como parte da cultura pop brasileira, foi um momento imperdível — divertido, emocionante e cheio de referências que tocaram o coração de várias gerações.

Se você ama o universo de Malhação e adora reviver momentos especiais da TV, este episódio do Caldeirão com Mion certamente ficou guardado na memória do público como um dos mais marcantes. 

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Auê (A Fé Ganhou)’: fé, cultura e a polêmica que dividiu opiniões no meio cristão

“Auê (A Fé Ganhou)”: entre a fé, a cultura e a polêmica"




A canção “Auê (A Fé Ganhou)”, lançada por Marco Telles com participação de Ana Heloysa, Filipe da Guia e Coletivo Candiero, tem gerado debates intensos nas redes sociais e em círculos cristãos. Enquanto muitos ouvintes celebram a mensagem de inclusão e alegria presente na música, outros levantam questionamentos, afirmando que a canção traria elementos simbólicos ligados a religiões de matrizes africanas ou mensagens subliminares incompatíveis com o culto cristão.

Diante da repercussão, surge a necessidade de uma análise mais cuidadosa, que leve em conta a letra, o contexto do projeto musical e, sobretudo, a relação da canção com a Bíblia.


O contexto da canção


“Auê (A Fé Ganhou)” integra o projeto “O Grande Banquete”, que se inspira diretamente na parábola contada por Jesus em Lucas 14:15–24. Nesse texto bíblico, o Mestre fala de um homem que prepara um grande banquete e convida muitos. Diante das recusas dos primeiros convidados, o anfitrião ordena que sejam chamados os pobres, os aleijados, os cegos e os mancos — aqueles que normalmente ficavam à margem.

O foco da parábola não é o ritual do banquete, mas quem é convidado para ele. Jesus aponta para um Reino em que os critérios humanos de mérito, status ou aparência não são determinantes.


 Zés, Marias e o “banquete de Deus”


Na canção, os nomes Zé e Maria aparecem como figuras centrais:

   “Agora que o Zé entrou e todo mundo viu, e todo mundo olhou e todo mundo riu…”


Zé e Maria são, historicamente, os nomes mais comuns da cultura brasileira. Na leitura proposta pelos artistas, eles representam o povo simples, anônimo, cotidiano — pessoas que estão nas casas, nas ruas e também nas igrejas.

Essa abordagem encontra eco no próprio Evangelho, quando Jesus afirma que o Reino de Deus pertence aos humildes (Mateus 5:3) e quando Tiago lembra que Deus escolheu os pobres aos olhos do mundo para serem ricos na fé (Tiago 2:5).


Queda, acolhimento e graça


Outro eixo importante da letra é a imagem da queda:

 “Com a folha, eu aprendi como se deve cair”

A metáfora remete à fragilidade humana. Na Bíblia, a queda não é apresentada como exceção, mas como parte da condição humana: “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). A diferença está na resposta divina: Deus não abandona o que cai, mas o levanta.


Isso se reflete no verso:

“Você quer me levantar, diz que aqui é meu lugar. Com minhas roupas, minhas falhas, minhas birras”

O acolhimento acontece antes da correção, princípio presente em textos como Romanos 5:8, que afirma que Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores.


 Alegria, dança e fé na Bíblia


Um dos pontos mais criticados por alguns ouvintes é o uso de imagens como dança, ciranda e samba. No entanto, a Bíblia associa diversas vezes a fé à alegria e à celebração corporal:


“Converteste o meu pranto em dança” (Salmos 30:11)

 Davi dançou diante do Senhor com todas as suas forças (2 Samuel 6:14)

Jesus afirma que há alegria no céu quando um pecador se arrepende (Lucas 15:7)


A canção utiliza essas imagens como linguagem cultural, não como rito religioso. Trata-se de símbolos brasileiros de festa, comunhão e alegria — sentimentos que, biblicamente, não são estranhos à fé cristã.


 O significado de “Auê”


Outro ponto que gerou debates foi o próprio título da música. Segundo explicações dos artistas, “auê” é uma expressão de origem indígena (tupi) que pode ser traduzida como festa, celebração ou manifestação coletiva de alegria.

Nesse sentido, o refrão dialoga diretamente com a ideia bíblica de que há festa no céu quando alguém é recebido no Reino de Deus (Lucas 15:10). Não se trata de invocação espiritual ou religiosa externa ao cristianismo, mas de uma palavra cultural ressignificada dentro de um contexto cristão.


As críticas e o debate atual

Parte das críticas à canção se baseia no receio de sincretismo religioso e na defesa de que determinados estilos ou expressões culturais não deveriam ser levados ao altar. Esse debate não é novo. Ao longo da história da Igreja, diferentes gerações questionaram novas linguagens musicais, desde hinos populares até estilos contemporâneos.

Por outro lado, teólogos e líderes cristãos lembram que a Bíblia não determina um único estilo musical ou cultural aceitável para o culto, mas enfatiza o conteúdo, a intenção e o fruto da adoração (João 4:23; 1 Coríntios 10:31).


Uma fé que acolhe ou que exclui?


Em uma publicação nas redes sociais, a cantora Ana Heloysa afirmou: “Que nosso riso seja de alegria, nunca de desprezo, sempre que mais Zés e Marias entram no salão do banquete de Deus.”

A fala retoma o cerne da mensagem cristã: quem tem lugar no Reino? A canção, ao que tudo indica, propõe uma reflexão mais ampla sobre inclusão, graça e alegria na fé, ainda que sua linguagem artística não agrade a todos.

“Auê (A Fé Ganhou)” não pode ser analisada apenas a partir de palavras isoladas ou impressões iniciais. Seu conteúdo dialoga diretamente com narrativas bíblicas sobre o Reino de Deus, o grande banquete, a alegria da salvação e o acolhimento dos simples.

As divergências em torno da música revelam um debate maior: até que ponto a cultura pode ser usada como linguagem da fé? A resposta varia conforme a compreensão teológica de cada comunidade. O fato é que a canção cumpre um papel importante ao provocar reflexão — algo que, historicamente, sempre acompanhou a música cristã.


Confira no link abaixo, a canção Auê (A Fé Ganhou) e deixe o seu comentário em nossa matéria.

Auê (A Fé Ganhou)

sábado, 31 de janeiro de 2026

Bruna Tavares, ex-BBB 7, fala sobre conversão e reage a mensagens após mudança de vida

A ex-participante do Big Brother Brasil 7, Bruna Tavares, voltou a ser assunto nas redes sociais após publicar um vídeo em seu Instagram comentando a grande quantidade de mensagens que tem recebido em seu direct nos últimos dias. Segundo ela, os contatos aumentaram após pessoas resgatarem seu passado na mídia e questionarem sua conversão religiosa e a mudança de rumo em sua vida.



Logo no início do vídeo, Bruna explica que tem sido “remexida” em seu próprio perfil por conta de decisões tomadas após o fim do contrato de exclusividade com a TV Globo. Ela relembra que, depois do reality, optou por seguir um caminho diferente do esperado pelo público, se converteu ao cristianismo e passou a viver de acordo com sua fé.

“Não é defesa, é posicionamento”

Na legenda do vídeo, Bruna fez questão de esclarecer o objetivo da publicação e afirmou que não se trata de uma defesa, mas de um posicionamento firme sobre quem ela se tornou ao longo dos anos. Em um texto reflexivo, ela escreveu:

“Apenas para que fique claro: eu não estou me defendendo. O correto é posicionamento. Quase 20 anos depois, minha identidade está firmada e minha fé em Cristo amadureceu. Algumas coisas específicas reaparecem em nossas vidas apenas para confirmar que já não pertencemos mais a elas.”

Ela também destacou que seu testemunho não está em um momento isolado, mas na constância de quem permaneceu com Cristo ao longo dos anos, mesmo após a exposição e as mudanças trazidas pela fama.

“Meu testemunho é a constância de quem permaneceu por todos esses anos com Cristo. Tem momentos em que o passado tenta fazer barulho. Porém, são apenas ruídos.”

Fé, maturidade e novo propósito

Ainda na legenda, Bruna afirma que hoje vive a partir do que acredita estar sendo construído por Deus em sua vida, reforçando que seu foco não está mais no passado:

“Eu vivo do que Deus está ininterruptamente construindo em/por/através de mim desde sempre e eternamente.”

Ela encerra a mensagem desejando bênçãos aos seguidores, em um tom acolhedor:

“Que Deus seja contigo por onde quer que andares.”

Repercussão entre seguidores

A publicação gerou grande repercussão, com seguidores relatando experiências pessoais, conversões e reflexões sobre fé, além de mensagens de apoio à postura adotada por Bruna. Mesmo quase duas décadas após sua participação no reality, a ex-BBB segue despertando interesse do público — agora por sua trajetória espiritual e posicionamento pessoal.

O vídeo reforça que, para Bruna Tavares, o passado faz parte da história, mas não define quem ela é hoje.


Romance durante o confinamento 

Durante sua participação no Big Brother Brasil 7, em 2007, Bruna viveu um romance com Alberto Cowboy, um dos relacionamentos mais comentados daquela edição. O envolvimento ganhou destaque dentro da casa e continuou por um breve período após o fim do reality, mas não se sustentou fora do confinamento. Com o passar dos anos, Bruna passou a tratar essa fase como parte de um passado que não representa mais quem ela é hoje, reforçando que sua identidade e suas escolhas atuais seguem um caminho diferente, marcado por amadurecimento pessoal e espiritual.


Imagens de internet